18/02/2008
Chefe Paiba a dar no Pito (salvo seja)
E eis que nasce, a 6 de Junho de 1966 Alfredo Acidolas Paiba, numa terriola espectacular a que chamavam os medievais meixedus invicta. E não julgue o leitor que as coincidências entre a terriola e essa nação que é o Porto sucedem apenas no nome. Acontece que a parteira, tendo consumido nesse dia uma dose jeitosinha de psicotrópicos, não foi nunca capaz de nos garantir em qual das invistas havia nascido o chefe. Acresce ainda o facto de Paiba não ter demonstrado nunca uma solidez no que respeita ao uso e afirmação de um sotaque único, roçando, ora o aldeão transmontanês, ora o gunês da Maia. Não obstante a confusão, Paiba requeriu sempre ser identificado como natural de Meixedo. Até à hora de fecho desta redacção, conseguimos apenas apurar que tal se possa dever a boas relacções com o Presidente da Junta.
Alfredo cresceu, portanto, em Meixedo, tendo tido aos 14 anos a sua primeira experiência culinária, aquando o desenvolvimento de actividades sexuais com uma cabra montesa. Na esperança de excitar a bixa (fontes próximas dizem-nos que ele é preocupado em satisfazer sexualmente as(os) parceiras (os)), Alfredo manipulava as tetinhas da cabra, que descontroladamente começaram a jorrar leite. Perante este fenómeno, Paiba decidiu não mais renegar à sua verdadeira vocação: grande cozinheiro (a de enrabador de cabras, já havia assumido uns anos antes). Nesse mesmo dia o chefe fez um leite creme "da Pedra"(vulgo dos fodidos).
No ano que corre, chefe Paiva encontra-se constantemente ocupado com a diversidade e pluralidade de requisições de serviços, que tem que gerir criteriosamente entre a culinária e a terapia de cabras frígidas.
Ainda assim, um destes dias, deixou um elemento de gado caprino pendurado, para poder preparar um belo de um pito aos amigos de longa data. 
Os amigos presentes no jantar estavam deliciados: "o Paiba é espectacular! Este pito está de comer e chorar por mais!". Paulo Gabriel quis, no entanto, esclarecer: "é bem agradável estar aqui. Mas nenhum de nós tem nada a ver com aquela questão do gado. Isso é lá uma coisa privada dele. Não nos metemos"
O jantar foi um sucesso, e a nossa redacção agradece a disponibilidade do chefe para a elaboração deste artigo.
esta cena X foi feita por Rita M. à(s) 02:06 3 comentários
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